*Por Wilson Weigl

Mediterrânea, macrobiótica, detox…

A partir de hoje e por mais 9 segundas-feiras (o “Dia Internacional de Começar a Dieta”), vamos explicar como funcionam e quais os pontos positivos e negativos de 10 dietas que estão na moda, seja qual for a meta: perder peso ou apenas ganhar saúde.

Mostraremos também o nível de dificuldade de cada programa alimentar (de “Muito fácil” a ‘’Muito difícil”).

Entre tantas dietas, porém, o ideal é consultar um médico antes de se aventurar por conta própria.

“Mudar os hábitos alimentares é sempre complicado. A não ser por problemas de saúde, é um erro seguir um regime baseado em restrições alimentares severas”, diz o endocrinologista Filippo Pedrinola.

A primeira a ser abordada é a mediterrânea.

COMO É: reproduz o cardápio saudável de países como França, Espanha, Portugal e Grécia, cujas populações têm baixos índices de obesidade, poucos problemas cardiovasculares e tipos de câncer. O segredo está na alimentação pobre em gorduras ruins e rica em fibras, carboidratos complexos, gorduras monossaturadas, ácidos graxos, antioxidantes, peixes, cereais, frutas e legumes. Tudo isso regado a azeite de oliva, gordura benéfica, e acompanhado de um cálice de vinho tinto, que protege o coração.

PRÓS: eleita pelos especialistas como campeã na dobradinha saúde/perda de peso, a dieta junta proteínas magras, gorduras boas e alimentos que previnem o envelhecimento. Ela praticamente não é restritiva e se encaixa bem nos hábitos alimentares dos brasileiros.

CONTRAS: não se trata de um regime de emagrecimento. Apesar da menor presença de gorduras ruins e de alimentos muito calóricos, quem abusa do tamanho do prato não obtém perda de peso significativa.

NÍVEL DE DIFICULDADE: Muito fácil